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Desigualdade.



Essa desigualdade, que em si carrega o peso da separação, do rompimento do ser humano com sua empatia. Transforma a maioria em resto, e a minoria em elite. O pobre e o rico não são a mesma coisa. Tudo está dividido em classes.

Essa desigualdade, maltrata sem dó aqueles que não obtiveram oportunidades, ou deixaram de percebê-las, como se não houvesse segunda chance.

Ninguém é igual a ninguém, mas há os que tem afinidade, que se parecem na superfície. Os que aparentam ter mais recebem os melhores tratamentos. Já os que não tem muito ou nada possuem, a sarjeta social é o destino.

E não há esperança para o fim dessa desigualdade, que resiste na força do ego humano. Somos tão desiguais até no idioma.

Desigualdade gera preconceitos, segregação social, baixa autoestima e orgulhos exagerados. Tira de prumo o bem natural, e cega com seu egoísmo qualquer boa visão de mundo.

Importante saber, ser diferente não é sinônimo de desigual. O respeito as diferenças é o que nos garante a boa convivência em coletividade.

Infelizmente não é o ser que importa, mas é o ter que dirige o veículo de oportunidades e privilégios na vida. Sim, existem os berços e as camas de ouro. E há os papelões e os restos de jornais que servem de colchões.

Olhar para o outro com simpatia e carinho, seria nosso melhor propósito se quiséssemos deixar o planeta mais igual.

Alexandre FOn

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